domingo, 7 de novembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
IV EXPEDIÇÃO CULTURAL 2011, LANÇAMENTO
Ta na hora de começar a organizar as malas, vamos lá minha gente, essa promete.
Mais informações:
Joaney Tancredo (77) 8101-0748 ou e-mail: joaneytancredo@yahoo.com
Agnaldo: (77) 9103-6175
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
O GRANDE RIO
Minha porta está fechada.
Enquanto isso corre o boato
dos corpos sem coração.
Foram encontrados ontem
- às margens do grande rio –
molhados por tanto pranto
que as mulheres carpideiras
não se puseram a chorar.
Em cada peito um buraco
– como quando se planta uma árvore –
cada um, ali, perdido,
pedindo alguma semente.
Os joelhos estavam inchados,
das mãos corriam sangue e cera,
os pés calejados dormiam
o sono de toda uma vida.
Dizem nos botecos, à meia luz,
que há muito os corações já não existiam.
as pobres vítimas não eram tão pobres
e a morte sabe o que faz.
Dizem, como sempre, dizem
que os corações evaporaram,
não havia mais lugar ali
para um coração existir.
Dizem, como sempre acontece
quando aparece alguma notícia,
dizem que cada corpo trazia em si
um pouquinho do nada do inferno.
Que qualquer pedaço de vazio
é como uma maçã podre no cesto.
Minha porta está fechada.
Não quero ser encontrada
às margens do grande rio.
Enquanto isso corre o boato
dos corpos sem coração.
Foram encontrados ontem
- às margens do grande rio –
molhados por tanto pranto
que as mulheres carpideiras
não se puseram a chorar.
Em cada peito um buraco
– como quando se planta uma árvore –
cada um, ali, perdido,
pedindo alguma semente.
Os joelhos estavam inchados,
das mãos corriam sangue e cera,
os pés calejados dormiam
o sono de toda uma vida.
Dizem nos botecos, à meia luz,
que há muito os corações já não existiam.
as pobres vítimas não eram tão pobres
e a morte sabe o que faz.
Dizem, como sempre, dizem
que os corações evaporaram,
não havia mais lugar ali
para um coração existir.
Dizem, como sempre acontece
quando aparece alguma notícia,
dizem que cada corpo trazia em si
um pouquinho do nada do inferno.
Que qualquer pedaço de vazio
é como uma maçã podre no cesto.
Minha porta está fechada.
Não quero ser encontrada
às margens do grande rio.
Janara Soares
acesse tambem: http://minutosefantasias.blogspot.com/2010/07/o-grande-rio.html
terça-feira, 14 de setembro de 2010
DESCOBRIMENTO DE MUNDO
TEXTO: JOANEY TANCREDO
Descobri que o mundo é muito grande.
Cheio de lugares, cantos e encantos.
As oportunidades não são poucas.
As alegrias infinitas.
Lá, aprendi a andar com o olhar no horizonte.
E pra lá, irei maiúsculo de vontade.
O Mundo foi feito para ser descoberto,
Eu, estou pronto para essa aventura.
Descobri que é tangível
Então, é pra lá que vou.
Descobri que o mundo é muito grande.
Cheio de lugares, cantos e encantos.
As oportunidades não são poucas.
As alegrias infinitas.
Lá, aprendi a andar com o olhar no horizonte.
E pra lá, irei maiúsculo de vontade.
O Mundo foi feito para ser descoberto,
Eu, estou pronto para essa aventura.
Descobri que é tangível
Então, é pra lá que vou.
EXPEDICIONÁRIOS CAMINHAM NO JARDIM BOTÂNICO-RJ
Priscila, (guia turística), dá informações históricas sobre a constituição do Jardim Botânico no Rio de Janeiro aos acadêmicos da UNEB e professores.
Veja o vídeo
domingo, 5 de setembro de 2010
Saiu no website da UNEB
O site oficial da Uneb (www.uneb.br) fez uma reportagem sobre a III Expedição Cultural do curso de letras, Campus IX e ouviu os acadêmicos que fizeram parte dessa expedição.
Mariela, estudante do 6º semestre de Letras falou da importancia de eventos dessa grandeza para os acadêmicos. Paula Vielmo, após dois anos de sua formação, ressaltou o carater fundamental da formação continuada para os estudantes.
| imagem do web site da UNEB |
Sentimento inaudito, Nelma A. Santos
(para a voz de Arnaldo Antunes)
Trava-se a palavra
Engole-se o choro
Soçobra o silêncio.